FELIZ NATAL E PROSPERO ANO NOVO

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

APRENDA A DECIDER

DIL B  ft XAXI MC ft MC MAGNÂNIMO


MC MAGNÂNIMO

presta a tenção
decisão é muito complequiço
na corrência do tempo
o ser humano, vae percebe que 
de tudo que decide, aparente mente
é serto, mas as
lagrimas caiem, numa cimples decisão
desia STESS MC
uma ves MC, MC até ao fim
mas não posso deixar de 
decider na quilo que quero
porque é das coisas errada
de onde vem as coisas serta
a BÍBLIA des que vós 
Jovem, sois forte
e já venceram o maligno
entam não paro de lutar
carregando a minha cruz
até ao final do tempo.

Kid Mc - O Que Que Querem Que Eu Cante



HIP HOP VIVE NA MENTE DE QUEM É REPPER

Kid Mc - O Que Que Querem Que Eu Cante



HIP HOP VIVE NA MENTE DE QUEM É REPPER

APRENDA A DECIDER

DIL B  ft XAXI MC ft MC MAGNÂNIMO


MC MAGNÂNIMO

presta a tenção
decisão é muito complequiço
na corrência do tempo
o ser humano, vae percebe que 
de tudo que decide, aparente mente
é serto, mas as
lagrimas caiem, numa cimples decisão
desia STESS MC
uma ves MC, MC até ao fim
mas não posso deixar de 
decider na quilo que quero
porque é das coisas errada
de onde vem as coisas serta
a BÍBLIA des que vós 
Jovem, sois forte
e já venceram o maligno
entam não paro de lutar
carregando a minha cruz
até ao final do tempo.

Valete | Entrevista



HIP HOP VIVE NA MENTE DE QUEM É REPPER

KHRIS MC: SKILLS EM SALTOS ALTOS

12SUB_PROMO_K_MIXTAPE
12transfusons lança o 3º e último single promocional da Mixtape "Submundo Luso vs 12transfusons" e desta vez com a renomada "Khris Mc". Uma rapper que dispensa apresentações, num skill bastante intuitivo e cativante. Khris Mc é com certeza uma peça fundamental no puzzle do rap Angolano no que se refere ao Hip-hop feminino, uma artista que consegue surpreender o seu público em cada vez que abre a boca com as suas líricas bem elaboradas e um conteúdo bastante rico.

Allen Halloween: Biografia

Allen Halloween: Biografia

Allen Pires Sanhá. (4 de Agosto de 1980, Guiné) é um músico e cantor guineense que se iniciou na música por volta de 1995/96. Halloween, cedo, começou a desenvolver interesse pela escrita e pela música. Sendo um dos fundadores da YK, em 1999, e tendo lançado um conjunto de maquetes retiradas dos grandes circuitos, só em 2006, lança o seu primeiro álbum intitulado “Projecto Mary Witch” (Sonoterapia) que lhe deu uma grande visibilidade em Portugal, onde reside desde a sua primeira infância e que o consagrou de forma meteórica como uma espécie de lenda viva do Hip Hop português. Lançou o segundo albúm em 2011, “Árvore Kriminal”.

Saiu da Guiné aos quatro anos de idade. Sabe-se que teve uma vivência difícil já em Portugal. Mora actualmente em Odivelas (Lisboa). Entre 2006 e 2011, raras vezes é visto em público, excepto nos muitos espectáculos. É perseguido por fãs desde o lançamento do seu primeiro álbum. Tímido e até por vezes quase anti-social, mantém-se conscientemente à margem do luxo e do onanismo artístico contemporâneo quer a nível português, quer a nível internacional.

MUSICA PROMOCINAL DE MC MAGNÂNIMO

esta é a musica promocionalda Mix Tape de MC MAGNÂNIMO 
com o titulo de IDENTIDADE 47

http://www.mediafire.com/download/9sm4jbm7b4575lh/05%20Faixa%205.wma

Lei de Anistia divide integrantes da Comissão Nacional da Verdade



A inclusão de recomendação para alteração da Lei de Anistia no seu relatório final tem dividido a Comissão Nacional da Verdade (CNV). Apesar de não ser papel da comissão sancionar agentes violadores de direitos humanos no período da ditadura militar, a proposição pode abrir caminho para que a Justiça puna os agentes do Estado que, durante a ditadura militar, cometeram graves violações de direitos humanos, como assassinatos, torturas e desaparecimentos.


Segunda-feira (16), os integrantes da CNV participaram de uma reunião com representantes de comitês da Rede Brasil Memória, Verdade e Justiça, instalados em vários estados e municípios do Brasil. Na ocasião, os membros apresentaram a estrutura provisória do relatório final e receberam as contribuições dos comitês para o documento, que será entregue à Presidência da República para divulgação.

Entre os integrantes da CNV, Rosa Cardoso e Maria Rita Kehl apresentam uma postura favorável a recomendar uma revisão da legislação. "Nós ainda não a discutimos suficientemente. Eu tenho certeza de que eu e Rosa concordamos com essa proposta de revisão da Lei de Anistia nas recomendações, mas precisamos discutir com todos os membros da comissão para ter um consenso", disse Maria Rita.

Na mesma linha, Rosa Cardoso defende que a comissão se posicione a respeito. "Que nós vamos adotar uma posição nas recomendações, é certo. O quanto comum será essa posição é que só uma discussão mais profunda e também uma interpretação do desejo da sociedade, à época em que for discutido isto, pode gerar uma posição do conjunto do colegiado", disse Rosa Cardoso, para quem a pressão da sociedade vai ser determinante para a inclusão da recomendação no relatório.

Outros integrantes apresentam entendimento diferente. Em depoimento à Subcomissão da Memória, Verdade e Justiça no Senado, em novembro, o novo coordenador da CNV, Pedro Dallari, disse que ainda não era o momento de tratar da revisão da Lei de Anistia. "Sinto-me confortável para defender a revisão, mas isso não é papel da comissão. Temos que focar no trabalho da comissão, que é entregar o relatório", disse.

A Corte Interamericana de Direitos Humanos - que condenou o Brasil no caso Gomes Lund e outros, em 2010, responsabilizando o país pelo desaparecimento de 62 pessoas durante a Guerrilha do Araguaia - definiu também, na mesma sentença, que a Lei de Anistia é incompatível com a Convenção Americana sobre Direitos Humanos, também conhecida como Pacto de San José, assinada em 1969 e ratificada pelo Brasil em 1992.

No mesmo ano, no entanto, o STF se pronunciou na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 153, apresentado pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), contrariamente à revisão da Lei de Anistia, que a Corte considerou compatível com a Constituição de 1988. A ADPF pretendia anular o perdão aos representantes do Estado acusados de tortura durante o regime militar. O pedido foi julgado improcedente por 7 votos a 2.

A Comissão Nacional da Verdade deverá entregar até novembro o relatório circunstanciado contendo as atividades realizadas, os fatos examinados, as conclusões e as recomendações. Pela legislação que criou a comissão, o prazo final seria em maio de 2013, mas em junho os membros solicitaram à presidenta Dilma Rousseff a prorrogação dos trabalhos por seis meses.

"Já foi apresentado um primeiro esboço aos participantes desses comitês, mas também incorporamos e ouvimos muitas propostas para o relatório”, disse Rosa Cardoso. Segundo explicou, o relatório começa com uma análise da trajetória da comissão, dos antecedentes e dos conceitos do documento.

“Depois, nós contamos uma história onde o fio condutor é a questão da violência. Não é a questão econômica, é a violência praticada pelo Estado desde 1946 [período inicial de apuração da CNV], embora fosse uma democracia, mas foi uma democracia que conviveu com muita violência", disse Rosa Cardoso.

O Hip-Hop e a crise mundia

Esta é uma transcrição de um trecho do documentário “É Tudo Nosso!”, de Toni C. Mais que uma simples entrevista, é uma oportunidade de entendermos a importância do conhecimento. É imprescindível a reflexão: Como ser ‘Tudo Nosso’ se não sabemos o que nos oprime? Como modificar um sistema se não conhecemos como ele opera?
O conhecimento é o nosso quinto elemento, os demais são insuficientes se não conhecemos a história e o presente do hip hop, da sua quebrada, do Brasil e do mundo. Na economia capitalista, a informação é o que liga. Muita gente ganha dinheiro devido à nossa falta de informação sobre a administração financeira e os mercados de capitais.
Não raro vemos no jornal que o mercado financeiro estava tranqüilo, agitado ou nervoso. O mercado é sentimental! Tratado pela mídia como se tivesse vida própria, acaba-se ocultando que o mercado é formado de pessoas de pele e osso, celular e gravata. São os investidores financeiros.
Esses investidores ganham a vida vendendo títulos mais caro que compraram, não produzindo um único produto. A raça mais cruel dos investidores são os especuladores, aqueles com cinco celulares ao mesmo tempo fazendo caça predatória ao lucro. Parasitas sugando as Economias do mundo todo. O mesmo que o homem faz com a natureza em que vive.
O assunto do momento é a Crise Econômica Mundial. Enquanto a elite está discutindo a crise, nós, os verdadeiros prejudicados, nem sabemos realmente o que é essa tal crise. Somos os verdadeiros prejudicados porque quando a economia vai mal, as indústrias, para diminuir os produtos encalhados, demitem os funcionários da produção, aqueles que recebem os menores salários. Elas não cortam os altos salários nem reduzem custos com administração. O lucro é concentrado, mas o prejuízo é repartido.
Há um conceito interessante: se em uma determinada indústria somarmos todos os salários dos funcionários, inclusive um bom salário para os donos, teremos uma quantia menor que a receita da empresa. e vão parar no bolso dos donos, embutido nos lucros. Isso é o que Marx chamou de mais-valia. Em outras palavras, mais-valia é o dinheiro furtado dos trabalhadores que não recebem toda a sua parte daquilo que produziu.
Mas o que importa saber se a bolsa de valores caiu ou subiu? Meu sonho é que o jornal falasse da taxa de analfabetismo com a mesma freqüência que dos índices da bolsa. Enquanto isso não acontece, vamos conhecer a bolsa.
A Bolsa de Valores é o local em que se compra e vende títulos, seja títulos de ações, moedas ou outros tipos. Nela, conseguimos ver como anda a economia, pois os investidores financeiros são os mais avessos a riscos (exceto a raça especulador).
Quando a bolsa cai, “fecha em baixa”, o cenário para a economia está mal, e quando ela sobe, quer dizer que a expectativa para a economia melhorou.
Títulos de ações são papéis de valores potenciais que geram dinheiro sem terem sido criadas por dinheiro ou produto. Em português claro, é uma criação de riquezas forçadas, dando valores a papéis. Os títulos não possuem lastros porque valem bem mais que as instalações da padaria. O próprio dinheiro é um papel que tem valor potencial apenas, ele em si vale somente o custo da fabricação da nota.
O fato de se forçar a geração de valores causa um colapso quando se quer dinheiro de verdade, pois estes não existem até então, o que gera as crises econômicas. Ou seja, essa forçação de barra (de ouro?) cria-se bolhas especulativas que, de quando em quando, estouram. Acontece hoje uma crise de 29 por semana, mas não produzem os mesmos estragos porque os bancos centrais do mundo inteiro intervêm.

A crise atual é uma dessas bolhas especulativas que os bancos centrais do mundo todo não estão conseguindo manter intacta. Tem como principal causa direta o mercado imobiliário dos Estados Unidos. Os bancos americanos, durante juros baixos, criaram facilidades de crédito e títulos de imóveis baseado em hipotecas. Para conter a inflação, os juros foram aumentados, tornando as hipotecas difíceis de serem pagas, gerando inadimplência.
Os bancos perderam duas vezes, primeiro pela inadimplência das imobiliárias que não tinham como pagar porque não recebiam hipotecas, e segundo pela própria perda de valor dos títulos baseados em hipotecas. Imobiliárias quebraram e levaram para o buraco junto os bancos. Tudo rezado pelos sacerdotes especuladores dentro dos templos financeiros.
A falta de dinheiro em bancos causa diminuição generalizada de empréstimos e investimentos, criando demanda por dinheiro real, o que diminui o valor das ações e a quantidade de dinheiro disponível do mundo todo. Com isso, as indústrias passam a vender menos, e corta primeiramente na produção, gerando desemprego, como já vimos.
Se cada um se informar melhor, não restam dúvidas que o país será bem menos desigual. Ignorar a economia e a política é o que nos torna, oprimidos e excluídos, mesmo com nossa riqueza cultural e moral. E torna o Brasil em paraíso para investidores do mundo todo.
Somos o movimento do oprimido. Para que tenhamos êxito em nossa caminhada, é necessário saber onde pisamos e em que lugar o mundo chegou, para podermos pegar um caminho melhor. Temos que unir os conhecimentos, envolver com o coração, destrinchar com o cérebro, gritar as soluções e lutar por elas. Aí sim, É Tudo Nosso!